Horta florida (qualquer dimensão)



1 ano
20
2
Ciências Naturais e Formação Cívica
20
2
Sim
Ocasionalmente, trazendo materiais e apoando os seus educandos em casa, com tarefas relacionadas com os desafios propostos. O pai de uma aluna oferece os seus préstimos como pedreiro, ajudando em diversas atividades.
Quando os alunos não têm aulas pedem para ir trabalhar na horta florida/estufa.
Aumento da auto-estima de alunos que têm necessidades educativas especiais ou baixo aproveitamento escolar, mas que se destacam na coordenação de grupos de colegas nas atividades desenvolvidas neste espaço.
Envolvimento de encarregados de educação e funcionários em parceria com alunos e professores.
Espaço de atividades de ciências: aulas em laboratório "vivo".
Em geral, os alunos mostram um aumento de autonomia, solidariedade e responsabilidade.
Semanalmente, três tempos letivos envolvem diversos grupos de alunos, organizados por um aluno coordenador e na presença de um professor.
Outro pequeno grupo de alunos frequenta este espaço diariamente e de forma autónoma, uma vez que tem formação e permissão para tal, dada pela docente coordenadora do projeto. Estes jovens "estufinhas-coordenadores" já orientam os outros alunos participantes (estufunhas-júnior").
As atividades são repartidas por todos, desde a limpeza do espaço, à rega, propagação de plantas e decoração. No entanto há alunos que se tornam "especialistas" em certas tarefas.
O compostor fornece-nos algum solo, que os alunos limpam e peneiram, usando nos diversos vasos da estufa-jardim. No entanto, tem sido insuficiente pelo que requeremos à CMS ajuda no fornecimento de solo. No caso de xerófilas (suculentas e cactos), utilizamos gravilha/areão no fundo dos vasos, para maior permeabilidade. O solo da escola não é apropriado devido a ser muito argiloso e pobre em húmus, mesmo assim alguns alunos limpam e cavam porções de solo para instalação de alguns canteiros externos.
Prevemos iniciar a reutilização de borras de café e trituração de cascas de ovos para fertilização.
Sim
Temos um pequeno compostor oferecido pela CMS, onde colocamos todos os materiais vegetais (folhas velhas essencialmente) que resultam da nossa limpeza dos vasos e dos pequenos canteiros exteriores.
Dentro da estufa-jardim estabelecemos diferentes espaços de acordo com tipo de plantas. O grupo de xerófilas tem espaço com pouca rega e muita luz, as plantas mediterrânicas (sardinheiras,...) têm maior exposição a sul e rega moderada, as plantas de sombra estão localizadas na zona norte da estufa ou no chão, de forma a obter luz indireta.
Assim, a variedade do nosso jardim é grande: coleção de suculentas e cactos, ficus, pelargónios, petúnias, lírios, Hoyas, heras, boganvilia, jarros, palmeiras, cidreira, menta,...
Não
Estamos agora a tentar obter recipiente(s) para armazenamento de águas pluviais que seriam usadas na rega do jardim e na manutenção de um pequeno charco. Este já possui flora com cana,"falso papiro", menta e cavalinha, permitindo habitat para alguns anfíbios. Por enquanto usamos água canalisada.
Estamos sempre atentos ao aparecimento ocasional de pragas e doenças, servindo as mesmas para o estudo de casos de predação e parasitismo (fatores bióticos- conteúdos de ciências naturais e biologia)
Sim
Formigueiros em vasos: estes foram colocados no exterior da estufa, usando assim a chuva e o frio para que estas se afastassem. Em alguns casos de ataques com pulgões, borrifamos com saponária (água com algum sabão), mas nem sempre com muito sucesso.
Não
Diversas plantas foram encaminhadas para as duas salas (C1 e C4) e átrio do pavilhão C (onde estão as salas de Biologia/Geologia/Ciências Naturais), dando um ambiente agradável e diferente a estes espaços. Em breve, mais plantas em propagação poderão ser destinadas a enriquecer vários espaços das nossas escolas.
O orçamento participativo dos alunos, neste ano letivo, foi atribuído (após votação) ao nosso projeto, pelo que estamos a reformular todo o espaço existente, com novo equipamento de apoio.
Ainda em plano: talvez em setembro...