Hortas Bio nas Eco-Escolas
Edição 2025/26
Escola Básica de Moure e Ribeira do Neiva (Vila Verde)
A Nossa Horta Bio
Horta pequena (até 50m²)
saber mais sobre a nossa horta bio
questionário
1. Há quanto tempo existe uma horta na escola?
2. Área aproximada da horta (m²):
3. Quem trata da horta?
3.1. N.º de professores envolvidos:
3.2. Disciplinas que mais participam na dinâmica da horta:
3.3. N.º de alunos envolvidos:
3.4. N.º de funcionários da Escola envolvidos:
4. As famílias são envolvidas?
4.1. Como e com que frequência?
5. Apresentar exemplos do impacto da horta na comunidade e nos alunos:
- projeto “Dá vida ao teu lixo” - os alunos da Brigada Verde realizam a recolha e monitorização dos resíduos orgânicos gerados na escola, no bar dos alunos e sala de professores. Este são colocados no centro de compostagem para produção de composto, que depois será utilizado na horta bio.
Desta feita, este projeto dinamizado na Escola, está em sintonia com a ação "Estratégia municipal para os biorresíduos", permitindo aos alunos a valorização dos desperdícios, recolha seletiva, conhecer as etapas da cadeia de reutilização, vantagens e utilizações, a par da estratégia municipal e da sensibilização para questões ambientais de sustentabilidade, de economia circular e dos desafios individuais e coletivos que nos são colocados.
https://photos.google.com/album/AF1QipPmsVIN5TynlfsXuME2Dy-D8lwE5KkiG0AJEPQz
- reconstrução de infraestruturas de apoio à horta, como hotel para insetos e 11 caixas ninho, para o equilíbrio da Biodiversidade. Esta atividade envolveu as três turmas de 5ºano(A/B/C) e duas tu 6º ano (A/C), nas disciplinas de Educação Tecnológica e Cidadania. Esta iniciativa passa não só pela preservação da biodiversidade local, mas também pela promoção do contacto com a Natureza, sem esquecer a redução de resíduos com o reaproveitamento de matérias na construção das infraestruturas. Os materiais para a construção das infraestruturas nas aulas e clube foram cedidos pelas famílias dos alunos envolvidos.
https://www.facebook.com/agrupamento.escolasdemoure/posts/pfbid027b22v7jxnnGVzLjx9qwu5wFTFtQeWkY7BL4wQ9bAEYbSzWr8Y8Wuyzq7PPs2pmbnl
- projeto “STOP Vespa asiática”, dinamizado pela turma 5ºC, neste ano letivo e que dura na Escola há três anos. É realizada a monitorização das armadilhas artesanais quinzenalmente, colocadas nos espaços verdes da escola. Estão em ação de captura sete armadilhas. Em todas as monitorizações tem-se verificado a captura da vespa asiática, nas armadilhas instaladas e também, em algumas, a Vespa-europeia (Vespa crabro), espécie autóctone na Europa. Infelizmente tem-se intercetado, nas armadilhas, outros insetos. A turma iniciou o registo na plataforma “STOPvespa” dos avistamentos, pois esta ferramenta apoia a monitorização da distribuição e expansão da vespa asiática pela georreferenciação online. Esta ferramenta contribui para a comunicação entre a população, os técnicos dos municípios e a administração central, bem como para o apoio à gestão desta problemática e à tomada de decisão.
O projeto tem vindo a sensibilizar a comunidade para a importância do controlo desta espécie invasora, que ameaça a biodiversidade, causa prejuízos económicos e alarme social.
https://www.facebook.com/agrupamento.escolasdemoure/posts/pfbid027b22v7jxnnGVzLjx9qwu5wFTFtQeWkY7BL4wQ9bAEYbSzWr8Y8Wuyzq7PPs2pmbnl
https://photos.google.com/album/AF1QipOITLmPMmViegkHkHWvlpule6k8wWmxqRWeFFA5
- Este ano, iremos assinalar o Dia Mundial da Abelha, no próximo dia 20 de maio, através da dinamização de três iniciativas: o workshop “O Segredo das Colmeias”, com a participação de um apicultor; uma “Mostra Temática”, destinada à divulgação e conhecimento dos utensílios utilizados na apicultura; e, por fim, uma “Prova de Mel”, para todos os alunos do 5ºano. https://photos.google.com/album/AF1QipMHdrTDVYGKtOXFBS9IGzfEJSDPdXte1MEbeKaL
Ao longo dos vários anos de implementação da horta escolar, tem-se verificado uma crescente sensibilização dos alunos para o trabalho aqui desenvolvido. Temas como o ambiente e a alimentação saudável assumem um caráter transversal nas diferentes disciplinas e conteúdos abordados em sala de aula, reforçando a importância de uma educação mais consciente e sustentável.
A educação ambiental constitui um dos pilares fundamentais na formação dos alunos, promovendo a compreensão da relação entre o ser humano e a natureza, bem como dos impactos que as ações individuais podem ter no equilíbrio ecológico. É neste contexto que o projeto da horta escolar ganha especial relevância, aproximando os alunos da realidade e incentivando a adoção de hábitos sustentáveis e ambientalmente responsáveis.
Para além da vertente pedagógica, a horta escolar contribui para o fortalecimento da relação entre a escola e a comunidade educativa, criando redes de partilha e cooperação que reforçam o sentimento de pertença, promovem o intercâmbio cultural, valorizam a sustentabilidade e favorecem a inclusão social.
O projeto “Horta Bio na Escola” promove o desenvolvimento integral dos alunos, contribuindo para a melhoria da autoestima, da motivação e da satisfação pessoal. Através de atividades práticas e envolventes, os alunos associam o processo de aprendizagem ao desenvolvimento de competências pessoais, sociais e académicas.
A horta biológica oferece múltiplos benefícios educativos e formativos. Além de incentivar a educação ambiental e a alimentação saudável, proporciona o contacto direto com a natureza, permitindo compreender o ciclo de vida das plantas e reconhecer a importância de conhecer a origem dos alimentos. Simultaneamente, promove competências socioemocionais, como o trabalho em equipa, a responsabilidade, a cooperação e a resolução de conflitos.
Este espaço pedagógico contribui ainda para o desenvolvimento de uma maior consciência ambiental, sensibilizando os alunos para a redução do desperdício, a reutilização de materiais e a preservação dos recursos naturais. A horta torna-se, assim, um espaço inclusivo e acolhedor, onde os alunos se sentem valorizados e envolvidos.
Os objetivos deste projeto, alinhados com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, passam por:
(I) melhorar o ambiente escolar através de atividades inclusivas;
(II) valorizar a identidade, a cultura e a diversidade;
(III) promover o consumo e a produção sustentáveis através da horta escolar;
(IV) desenvolver o espírito de entreajuda, cooperação e partilha de conhecimentos entre os elementos da comunidade educativa;
(V) sensibilizar crianças e jovens para os problemas ambientais, incentivando-os a assumir uma atitude responsável na proteção e melhoria do meio ambiente;
(VI) utilizar as tecnologias como ferramenta de aprendizagem e de mudança.
A venda direta dos produtos hortícolas na escola contribui igualmente para a divulgação da horta e para a promoção de práticas agrícolas e alimentares seguras e saudáveis. Neste ano letivo, a horta assumiu também uma importante dimensão social, permitindo apoiar alunos e famílias em situação de maior vulnerabilidade através da distribuição de produtos hortícolas.
De forma gradual, as famílias dos alunos e outros elementos envolvidos no projeto foram alterando algumas práticas de cultivo e hábitos alimentares. Temas como a compostagem passaram a fazer parte do quotidiano de muitas famílias, verificando-se uma maior valorização de práticas amigas do ambiente e da preservação dos recursos naturais.
6. Como é organizada a manutenção da horta e a repartição de tarefas?
O grupo organiza-se em duas sessões semanais, durante as quais são desenvolvidas atividades de manutenção da horta, de acordo com os princípios da Agricultura Biológica. Para além do Clube de Hortofloricultura, outras turmas da escola participam regularmente nas tarefas da horta e nas sementeiras realizadas em estufa. Estas atividades envolvem a produção de hortícolas e permitem desenvolver aprendizagens relacionadas com o estudo da influência dos fatores abióticos nas plantas, a proteção da biodiversidade vegetal e a recolha de dados sobre o desenvolvimento das plantas, aplicados à aprendizagem de Funções e Equações matemáticas.
As sementeiras em estufa, realizadas com sementes biológicas, são efetuadas pelos alunos do Clube de Hortofloricultura, respeitando a calendarização própria de cada época agrícola.
Todos os utilizadores da horta — incluindo clubes, turmas e serviços da escola, como o bar — colaboram no processo de compostagem, contribuindo com resíduos orgânicos produzidos no quotidiano escolar.
A coordenadora do projeto “Horta Escolar Bio” presta ainda apoio e colaboração às turmas que pretendem desenvolver atividades pedagógicas ou aulas de campo na horta, promovendo a articulação entre o projeto e as diferentes áreas curriculares.
https://photos.google.com/album/AF1QipPDdvf9fdJg0a8d9OwTY8guphQI6OeIlpUYV491
7. Como é feita a preparação do solo?
As fases seguintes foram de incorporação de matéria orgânica obtida através da compostagem produzida na escola, composto bio de Cavalo e ainda, de cinza de madeira, resultante da queima de lenha das podas, pois o solo da horta possui um pH próximo do 6,5 (acidez média).
Por último, construímos os talhões e os carreiros de circulação, de acordo com a planta da horta, realizada no ano letivo transato, por considerarmos ser um bom projeto de continuidade.
8. É feita compostagem?
8.1. Se sim, como e com que materiais?
Materiais utilizados: 1. Com elevado teor em carbono: palhas, cascas, serrim, folhas, podas. 2. Com elevado teor em azoto: borras de café recolhidas nas pastelarias dos arredores da escola e do bar dos professores; desperdícios de cozinha da cantina composto basicamente por cascas, desperdícios e restos de frutas e legumes e por cortes de relva dos jardins – tendo o cuidado de alternar, sucessivamente, no compostor/pilha as camadas de material castanho e verde, sendo que a primeira e última camada, são sempre materiais castanhos para evitar a lixiviação e ação direta da luz solar (na pilha).
9. Quais as culturas / consociações instaladas?
Materiais utilizados: 1. Com elevado teor em carbono: palhas, cascas, serrim, folhas, podas. 2. Com elevado teor em azoto: borras de café recolhidas nas pastelarias dos arredores da escola e do bar dos professores; desperdícios de cozinha da cantina composto basicamente por cascas, desperdícios e restos de frutas e legumes e por cortes de relva dos jardins – tendo o cuidado de alternar, sucessivamente, no compostor/pilha as camadas de material castanho e verde, sendo que a primeira e última camada, são sempre materiais castanhos para evitar a lixiviação e ação direta da luz solar (na pilha).
9.1. Quantidade (kg) aproximada de produtos produzidos:
As condições climatéricas adversas, sobretudo o prolongado período de chuva sentido no final do outono e durante o inverno na região, dificultaram significativamente a realização dos trabalhos agrícolas e condicionaram a produção. Assim, a atividade na horta apenas pôde ser retomada de forma consistente no início do segundo período, com a implementação de culturas adequadas à época.
Prevê-se, contudo, uma maior diversidade e quantidade de colheitas ao longo deste mês e dos próximos, nomeadamente de produtos como courgete, beringela, abóbora, alho-francês, alho, beterraba, alface, couve-coração e tomate, entre outros.
9.2. Qual o destino dado aos produtos da horta?
11. É feita recolha da água da chuva?
11.1. Como é feita a gestão da rega?
12. Monitorização de pragas e doenças:
12.1. É feita monitorização de pragas e doenças? Como e com que frequência?
Semanalmente os alunos do clube, nas duas sessões, fazem a inspeção de pragas e doenças.
12.2. Houve ataques de pragas e/ou doenças?
12.3. Se sim, quais e como foram combatidas?
13. Existem animais de criação ligados à horta?
13.1. Se sim, que espécies?
14. Assinale outras atividades que se realizam em torno da horta:
Outra, qual?
14.1. Das que assinalou, descreva até três que considera mais significativas, referindo para cada uma o número de vezes que se realizou durante o ano, número de pessoas envolvidas, tipo de participação dos alunos, impacto na comunidade e outros aspetos relevantes:
Atividade 1:
Descrição:
No dia 29 de outubro, realizou-se a atividade de comemoração do Dia Mundial da Alimentação que juntou dezenas de participantes, entre pais, encarregados de educação e familiares dos alunos da Escola. Estes foram desafiados a participar no concurso ‘Maçãs descascadas, cascas aproveitadas’, no âmbito da sustentabilidade e desperdício alimentar.
A atividade foi organizada pelas disciplinas de Educação Musical, Ciências Naturais e Cidadania e Desenvolvimento em articulação com o programa Eco-Escolas, clubes de Hortofloricultura e Ciência Viva na Escola e pelo Projeto de Educação para a Saúde (PES).
Cada pai/mãe, avô/avó, encarregado de educação e/ou familiar teve de descascar 10 maçãs em 3 minutos. As cascas das maçãs foram encaminhadas para compostagem e as maçãs descascadas foram consumidas pelos presentes.
Esta atividade que se repete anualmente, tem por alcance:
Na escola: promover práticas pedagógicas interdisciplinares, demonstrando um trabalho colaborativo e enriquecedor; reforçar a identidade escolar: ao envolver a comunidade e destacar temas como sustentabilidade e saúde, a escola assume um papel ativo na formação de cidadãos conscientes e participativos; valorização de projetos educativos: a ligação ao Eco-Escolas e ao PES reforça a integração de valores ecológicos e de saúde no currículo.
Nos alunos: consciencialização sobre alimentação saudável: os alunos, ao verem os familiares envolvidos, compreendem melhor a importância da alimentação equilibrada e do aproveitamento dos alimentos. Educação para a sustentabilidade: a compostagem das cascas permite aos alunos perceber o ciclo dos alimentos e a importância da redução de resíduos. Envolvimento emocional e motivacional: ver os seus familiares a participar na escola gera orgulho, motivação e fortalece a ligação afetiva ao ambiente escolar.
Na comunidade: envolvimento ativo dos familiares: a atividade promoveu a participação das famílias na vida escolar, criando um sentido de pertença e cooperação; sensibilização para boas práticas alimentares: ao serem desafiados a descascar maçãs e aproveitar as cascas, os familiares foram sensibilizados para o combate ao desperdício alimentar de forma prática e lúdica; fomento do espírito comunitário: reuniu gerações diferentes num espaço educativo, promovendo o diálogo e o convívio saudável.
https://www.facebook.com/agrupamento.escolasdemoure/posts/pfbid02DKtdhrB2TfxvHVJqaRNVDTRWj71GLKyx8UapkpmLEng3B88VtuyGwm1ZpCbg4aeil
Fotografias:
Atividade 2:
Descrição:
Fotografias:
Atividade 3:
Descrição:
Fotografias:
15. Outros aspetos de realce da horta:
Em parceria com o Município e outras entidades, deu-se continuidade à reflorestação do Bosque das Autóctones junto da horta, com dádiva de pequenas árvores autóctones. Assinalámos o Dia da Floresta Autóctone com a plantação das pequenas árvores.
Criamos junto do charco pedagógico uma bordadura de plantas polinizadoras (localizado junto da horta bio), permitindo múltiplas vantagens ecológicas, pedagógicas e estéticas. A integração destas plantas num espaço educativo transforma estes locais em ecossistemas ainda mais ricos e funcionais, contribuindo para a educação ambiental dos alunos e para o equilíbrio da biodiversidade. Aumentamos a área do pomar com a plantação mais árvores frutíferas.
Desenvolveram-se várias atividades paralelas aos trabalhos da horta, a indicar: visitas/aulas de Ciências Naturais na horta para estudo da Diversidade nas Plantas: quais são os fatores do meio que influenciam as plantas e a proteção da biodiversidade vegetal; desenvolver atividades integradas no Projeto Escola+Verde, com alunos do 1ºciclo e participação no concurso do município; vários mercados bio para promover uma alimentação mais saudável e sustentável na escola e comunidade.
Colaboração das famílias para nos cederem sementes, resíduos orgânicos, materiais reutilizáveis (canas bambu, madeiras, …); Banco Português de Germoplasma Vegetal, de Merelim S. Pedro (Braga), que nos cedeu sementes de Linho-galego para a horta.
Fazemos a germinação das culturas em estufa, para posterior transplantação na horta e jardins.
Desenvolvemos atividades experimentais entre as disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Química: análise física e química do solo da horta, estudo dos fatores ambientais na sementeira, germinação e crescimento das plantas.
O apoio de uma cozinha especificamente equipada para ensinar os alunos com medidas seletivas e adicionais ao abrigo do Decreto-Lei nº54/2018 (e outros), a confecionarem refeições com os produtos da horta, tendo em vista a sua preparação para vida ativa.
Preservamos a biodiversidade existente, através da manutenção/colocação de comedouros e bebedouros para aves, dos hotéis para insetos, das sebes de vegetação natural e espontânea (arbóreas, arbustivas e herbáceas) na delimitação dos talhões da horta, bem como, a preservação do bosque das melíferas e das autóctones, constituindo nichos favoráveis ao desenvolvimento de animais auxiliares, contribuindo para o equilíbrio do ecossistema agrícola, pelo aumento da diversidade de flora e fauna que ali vive.
Manutenção do Charco pedagógico através da limpeza dos resíduos (folhas e galhos) e em parceria com o Clube Ciência Viva na Escola, na monitorização dos parâmetros bióticos e abióticos do charco. Criamos a brigada de vigilância deste espaço – Guardiões do Charco, com 57 alunos que de forma voluntária, nos intervalos, monitorizam o charco. O elevado valor educativo destes ecossistemas permite a realização de atividades lúdico-científicas e a envolvência de toda a comunidade escolar.
https://photos.google.com/album/AF1QipMW2y4myyVF4QOw69IJvmLWer7wztgH3RUp3wV9
Conservamos o recurso hídrico existente – ribeiro junto à horta, e a vegetação ripícola existente nas margens e também, utilizamos a água para rega da horta.
Cremos que a horta é um local educativo-pedagógico de toda a comunidade educativa, que tem permitido a valorização do modo de produção bio e a dignificação da profissão de agricultor; perceção de sustentabilidade, consciência ecológica, noção de comida e cozinha saudável; participação e dinamização em/de ações/palestras/workshops de sensibilização à consciência ambiental, alimentação saudável e cidadania ativa.
A participação em webinares sobre as temáticas “Compostagem” e “Rotações e Consociação de Culturas”, pela professora coordenadora, traz diversos benefícios a nível profissional, que se refletem tanto no desenvolvimento individual como na qualidade dos projetos educativos e ambientais da escola.
15.1. Link para a página da horta:


























