Caminhos Coloridos

Edição 2025/26

Escola Básica de Vendas Novas nº3 (Vendas Novas)

Desafio: Caminhos Coloridos

Conjunto de fotografias (mínimo 3, máximo 6) que documentem o processo de criação dos caminhos coloridos:

Reflexão dos alunos sobre o impacto da arte na valorização da horta:
A atividade “Caminhos Coloridos” permitiu aos alunos do 2.º ano compreenderem que a arte pode transformar e valorizar os espaços da escola. Ao pintarem e decorarem o jardim com cores e criatividade, os alunos sentiram que contribuíram para tornar o ambiente mais bonito, acolhedor e alegre para toda a comunidade escolar.
Durante toda a atividade, as crianças demonstraram entusiasmo, espírito de cooperação e respeito pelo espaço verde da escola. Nos seus textos escreveram : - “já somos uns artistas.” – disse a Ana. E que gostaram muito desta atividade. O Pietro disse: - As pedras ficaram tão bem!...
Os alunos realizaram também um placar com a mensagem que está na foto.
Com este tipo de atividades os alunos concluíram que a arte é uma forma de expressão importante, capaz de dar vida aos espaços exteriores e de sensibilizar para a preservação do ambiente.

Memória descritiva:
A atividade “Caminhos Coloridos”, desenvolvida no âmbito do programa Eco-Escolas, teve como principal objetivo valorizar o jardim da escola através da expressão artística, promovendo simultaneamente a sensibilização ambiental, a criatividade e o trabalho colaborativo.
Participaram nesta atividade os alunos do 2.º ano do 1.º Ciclo da Escola Básica Nº3 de Vendas Novas com idades compreendidas entre os 7 e os 8 anos, num total de 22 alunos. As crianças envolveram-se de forma ativa em todas as etapas do projeto, bem como os Encarregados de Educação desde a planificação até à concretização das pinturas e decoração dos espaços exteriores.
Foram utilizadas diferentes técnicas de expressão plástica, nomeadamente pintura livre nas pedras e desenhos decorativos inspirados na natureza. Os alunos recorreram a tintas e pincéis de diferentes tamanhos. Um placar com uma mensagem em placas de madeira colocadas na terra.
Em suma, sempre que possível, privilegiou-se a reutilização de materiais, reforçando a consciência ecológica e sustentável.