Caminhos Coloridos
Edição 2025/26
Infantário Universo dos Traquinas (Câmara de Lobos)
Desafio: Caminhos Coloridos
Conjunto de fotografias (mínimo 3, máximo 6) que documentem o processo de criação dos caminhos coloridos:
Reflexão dos alunos sobre o impacto da arte na valorização da horta:
A participação das crianças de 2 a 3 anos no projeto dos caminhos coloridos valorizou a horta de forma especial. Apesar de ainda estarem a desenvolver a linguagem, o seu envolvimento foi visível através de gestos, expressões e atitudes.
Ao explorar cores, materiais e texturas, demonstraram curiosidade e entusiasmo. Atividades como pintar, tocar na terra e decorar os espaços proporcionaram experiências sensoriais significativas e reforçaram o contacto com a natureza.
A arte permitiu a participação de cada criança à sua maneira. Mesmo sem compreenderem totalmente o projeto, foram criando uma ligação afetiva com a horta. A colocação de pedras para delimitar o espaço ajudou-as a perceber limites e, com o apoio dos adultos, a adotar comportamentos mais cuidadosos.
Em conclusão, a arte tornou a horta mais atrativa e promoveu o envolvimento, a exploração sensorial e os primeiros valores de cuidado pela natureza.
Memória descritiva:
O projeto “Caminhos Coloridos” baseou-se na reutilização de recursos naturais, nomeadamente pedras recolhidas na praia, promovendo práticas sustentáveis e consciência ambiental.
Após a recolha, as pedras foram cuidadosamente lavadas e secas. Seguidamente, as crianças procederam à sua pintura utilizando tintas acrílicas de várias cores, adequadas para aplicação em superfícies exteriores, garantindo maior durabilidade face às condições climatéricas.
Foram utilizadas técnicas simples de pintura com os pincéis e canetas incentivando a criatividade individual e incluindo elementos da natureza. Após a secagem, as pedras foram colocadas na horta escolar, delineando os espaços de plantação e criando percursos visuais apelativos e organizados. Os materiais utilizados incluíram: pedras naturais, tintas acrílicas, pincéis e canetas.
Participaram no projeto aproximadamente 29 crianças, de duas salas de transição do infantário, com idades compreendidas entre os 2 e os 3 anos. O envolvimento foi ativo e inclusivo, promovendo o trabalho colaborativo e o sentido de responsabilidade ambiental.
A atividade promoveu a expressão plástica e a criatividade através da pintura das pedras e exploração de cores e formas, o desenvolvimento da motricidade fina pelo manuseamento de pincéis e outros materiais, o conhecimento do mundo por meio do contacto com elementos naturais como pedras, terra e plantas, bem como a linguagem e comunicação e a formação pessoal e social, através da interação entre as crianças e da promoção de valores como a partilha, a cooperação e o respeito pelo ambiente.
A comunidade escolar foi envolvida de forma ativa ao longo de todo o projeto, destacando-se a participação das crianças. A equipa educativa colaborou na preparação do espaço da horta e no apoio às atividades, assegurando as condições necessárias ao seu desenvolvimento. O projeto foi partilhado com a comunidade educativa através de registos fotográficos nos meios digitais da escola, valorizando as experiências vividas pelas crianças e sensibilizando para a importância de práticas ecológicas desde a primeira infância. Esta iniciativa contribuiu para o fortalecimento do sentido de pertença e para a promoção de uma comunidade educativa mais consciente, participativa e sustentável.












