Caminhos Coloridos
Edição 2025/26
Escola EB 2,3 Padre Abílio Mendes (Barreiro)
Desafio: Caminhos Coloridos
Conjunto de fotografias (mínimo 3, máximo 6) que documentem o processo de criação dos caminhos coloridos:
Reflexão dos alunos sobre o impacto da arte na valorização da horta:
Nós gostámos muito de participar na atividade, porque foi uma experiência divertida e diferente das aulas habituais. Trabalhámos em grupo e ajudámos a tornar a horta da escola mais bonita, colorida e agradável.
Foi divertido pintar troncos, decorar paletes, fazer cataventos e trabalhar com lã para criar tranças e pompons. Também gostámos de pintar os canteiros das ervas aromáticas e ver como o espaço foi ficando mais alegre com as nossas ideias.
Enquanto fazíamos os trabalhos, percebemos que podemos reutilizar materiais, como garrafas PET, pneus e madeira, para criar coisas novas e úteis. Aprendemos que pequenas ações podem ajudar o ambiente e melhorar os espaços da escola.
Cada um contribuiu de maneira diferente e isso tornou o projeto ainda mais especial.
No final, ficámos orgulhosos do resultado, porque sentimos que ajudámos a transformar a horta num espaço mais bonito, criativo e acolhedor para toda a comunidade escolar.
Memória descritiva:
A atividade Caminhos Coloridos foi desenvolvida no âmbito do programa Eco-Escolas, nas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica, com uma turma do 6.º ano de escolaridade, constituída por alunos com idades compreendidas entre os 10 e os 13 anos.
O principal objetivo desta atividade foi valorizar a horta escolar através da criatividade, da reutilização de materiais e da expressão artística, transformando os percursos e os espaços da horta em locais mais apelativos, acolhedores e educativos.
Numa primeira fase, os alunos observaram o espaço da horta escolar e refletiram sobre formas de melhorar a sua aparência e funcionalidade. Foram discutidas ideias relacionadas com cores, reutilização de materiais, decoração sustentável e integração de elementos artísticos inspirados na natureza. Após esta fase de planificação, os alunos realizaram esboços e propostas para a intervenção no espaço.
Na concretização do projeto foram utilizados diversos materiais, nomeadamente tinta acrílica, cola branca, verniz de exterior, garrafas PET, arame, palitos de espetada, tampas de garrafas, pneus e lã, promovendo práticas sustentáveis e de reutilização de materiais.
Durante as aulas de Educação Visual, os alunos exploraram técnicas de desenho, pintura e composição visual, desenvolvendo a criatividade e o sentido estético. Nas aulas de Educação Tecnológica trabalharam competências práticas relacionadas com a construção, manipulação de materiais e aplicação dos diferentes elementos decorativos.
Ao longo da atividade foram desenvolvidos vários trabalhos decorativos e funcionais para a horta escolar. Os alunos pintaram troncos de madeira para servirem de bancos, tornando o espaço mais acolhedor e confortável. Foram também decoradas paletes de madeira e troncos utilizados para delimitar os espaços de plantação da horta.
Na área dos têxteis, os alunos realizaram tranças e pompons utilizando lã, explorando técnicas simples de trabalho manual e aplicando esses elementos decorativos em diferentes zonas do espaço.
Com materiais reutilizados, especialmente garrafas PET, foram construídos cataventos coloridos, contribuindo para dinamizar visualmente a horta e sensibilizar para a importância da reciclagem e reutilização de resíduos.
Os alunos participaram ainda na pintura dos canteiros das ervas aromáticas, utilizando cores vivas e padrões criativos.
A atividade promoveu o trabalho colaborativo, a partilha de ideias, a criatividade e o espírito de entreajuda entre os alunos. Toda a turma participou ativamente nas várias etapas do projeto, desde a planificação até à execução final dos trabalhos.
A comunidade escolar foi envolvida através da valorização do espaço da horta como local de aprendizagem, convívio e sensibilização ambiental.
Com esta atividade, os alunos compreenderam a importância da reutilização de materiais e reconheceram que a arte pode contribuir para tornar os espaços escolares mais agradáveis, criativos e sustentáveis.













